A taça do Campeonato Carioca de 2026, ano em que a competição celebra seu 120º aniversário, terá um nome especial: Troféu Washington Rodrigues. A homenagem ao eterno “Apolinho”, um dos maiores ícones do rádio e do jornalismo esportivo brasileiro, foi anunciada pelo presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), Rubens Lopes, durante a solenidade de abertura do torneio no Jockey Club Brasileiro.
Para Rubens Lopes, a decisão de estampar o nome de Washington Rodrigues na taça é um reconhecimento à trajetória do comentarista, que faleceu em 2024 e cuja história se confunde com as grandes decisões do futebol fluminense.
Não há homenagem mais justa do que batizar o troféu com o nome do Velho Apolo, que se mistura com o futebol do Rio e, principalmente, o Campeonato Carioca”, afirmou o presidente.
Segundo o presidente da FERJ, não haveria homenagem mais justa do que eternizar o comunicador no troféu do campeonato que ele ajudou a popularizar com bordões e análises inesquecíveis.
O anúncio surpreendeu e emocionou Bruno Rodrigues, filho do homenageado. Durante o evento, ele agradeceu o gesto da federação e destacou que a lembrança do pai remete a uma saudade coletiva entre os amantes do futebol.
Não esperava uma surpresa dessas. O meu pai remete uma saudade muito grande a todos. Lembrar dele com essa homenagem é algo, realmente, especial. Só tenho a agradecer ao presidente Rubens Lopes por esse gesto. Estou mais feliz que pinto no lixo!”, comentou.
Amigo e companheiro de longa data nas transmissões da Rádio Tupi, o narrador Luiz Penido também celebrou o batismo da taça, definindo Apolinho como uma figura que unia todas as torcidas e personificava a alegria do “Geraldino e do Arquibaldo”.
O Apolinho foi o maior radialista de todos os tempos. Marconi inventou o rádio e o Washington (Rodrigues) aprimorou a transformou nessa potência, que é até hoje. O futebol e o Campeonato Carioca são pura alegria e o Velho Apolo também era. Por isso, apesar dele ser rubro-negro confesso, todas as torcidas o respeitavam e o amavam. Era o verdadeiro Geraldino e Arquibaldo”, frisou



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